A indústria da construção civil vislumbra um horizonte promissor com as recentes modificações implementadas no programa Minha Casa, Minha Vida.
As recentes modificações no programa Minha Casa, Minha Vida, divulgadas pelo Governo federal na última semana, têm gerado uma repercussão extremamente positiva no setor da construção civil.
Dentre as principais alterações, destacam-se o aumento do subsídio pelo FGTS para aquisição de imóveis, a redução dos juros para famílias de baixa renda e o aumento do valor máximo do imóvel que poderá ser adquirido pelos beneficiários do programa. Essas mudanças são esperadas para impulsionar o investimento no programa tanto por parte das empresas do setor, quanto pelo próprio público-alvo, que terá uma maior capacidade de compra graças a essas medidas.
Segundo o presidente do Sinduscon/JF, Aurélio Marangon Sobrinho, o setor da construção civil prevê que as melhorias do programa federal tornarão o mercado mais atraente para as incorporadoras.
Ainda segundo Sobrinho, uma das mudanças mais significativas é o aumento no valor do imóvel que pode ser adquirido, o que terá um impacto significativo no setor. Agora, os beneficiários da Faixa 3, com renda entre R$ 4.400,01 e R$ 8 mil, podem comprar imóveis com valor de venda de até R$ 350 mil em qualquer lugar do país, independentemente da localidade. Anteriormente, esse limite era de apenas R$ 264 mil.
No entanto, as demais mudanças também têm um papel importante a desempenhar. Não adianta simplesmente possuir uma propriedade se não for possível vendê-la. Em segundo plano, temos não apenas o subsídio, mas também a taxa de juros mais baixa que incentiva os construtores a construir e vender a um preço que seja vantajoso. Esse aumento no valor é crucial para estimular os construtores. No entanto, para impulsionar as vendas, é essencial que os juros sejam baixos e haja subsídios disponíveis.
